Nem todo lixo é igual ao resto do lixo. Tem lixo seco, lixo orgânico, lixo comum, lixo reciclável e o que eu quero parar de produzir é o lixo que chamam de comum ou sólido: aquele que não pode ser reciclado, não pode ir pra composteira e o único fim que podemos dar é o caminhão de lixo levar para um aterro sanitário, ficar empilhado e esperar longos anos até se decompor.

Esse tipo de lixo – e os lixões ou até os aterros sanitários – são super prejudiciais ao meio ambiente. Nos aterros temos uma série de coisas a fazer, como drenar o chorume ou ter mantas no solo que impeçam que esse chorume chegue no leçol freático e contamine água limpa. Nos lixões, não há tratamento nenhum. Se só o lixo que não tem jeito fosse pra esses lugares, va lá, seria menos pior, mas ainda não temos coleta seletiva em 42,7% das cidades do país (!!!).

Então, a partir de agora quando eu disser que é lixo, quero dizer que: é tudo aquilo que não tem como ser reutilizado e cujo destino é o lixão/aterro. É tudo aquilo que não vai ser reutilizado, seja reciclando seja como composto.

O que eu quero reduzir é esse lixo que vai para o aterro: mesmo o orgânico e também o que pode ser reciclado mas acaba parando lá (como as sacolinhas plásticas que usamos para armazenar todo lixo). Por isso vou trocar alguns hábitos, como por exemplo fazer compostagem dos restos de lixo orgânico e sempre descartar o lixo reciclável no lixo e dia certo (o que eu já fazia, na verdade). Assim, evitando embalagens desnecessárias e comprando coisas com embalagens 100% recicláveis, o montante de tudo vai reduzir drasticamente.

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